4 tendências para o mercado de energia do Brasil

Por: bolt
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O mercado de energia no Brasil avança em um ritmo sustentável. De acordo com o “Anuário Estatístico de Energia Elétrica – 2018”, publicado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), nosso país consumiu 474.820 GWh – uma variação anual de 1,6%. Dentro desse volume de consumo energético, uma parcela 33,52% veio do ambiente de contratação livre (ACL) e 66,48% do ambiente de contratação regulada (ACR).

Entre os setores com maior demanda por energia, está o industrial, seguido pelo residencial e o comercial. Em vista desse percurso progressivo, muitas tecnologias e inovações vêm sendo desenvolvidas para atender aos consumidores e fornecedores de energia elétrica. Mas quais são as tendências para os próximos anos? Acompanhe nosso artigo e descubra!

Quais são as tendências do mercado de energia brasileiro?

O mercado de energia é um dos mais importantes e complexos da economia brasileira. Podemos dizer que esse setor está entre os principais indicadores de desenvolvimento do país, pois é essencial para quase, senão todos, os campos de atividade nacional. Por isso, essa área está em constante transformação.

Porém, muitos se perguntam o que esperar do mercado de energia do futuro. É possível “abrir as cortinas” da posteridade por analisar as tendências atuais. A seguir, apontaremos as principais.

1.Armazenamento de energia

Para atender ao mercado de automóveis que está desenvolvendo veículos elétricos e híbridos, os fabricantes de bateria vêm aprimorando a qualidade dos seus produtos. Dessa forma, esses produtos são produzidos com uma capacidade maior de armazenamento e de durabilidade. Porém, a tecnologia usada nessas baterias para automóveis também está sendo aproveitada no setor elétrico.

Em especial na geração de energia renovável. Por exemplo, o tipo de sistema solar fotovoltaico chamado off grid tem a capacidade de armazenar em baterias a produção excedente de energia. Sendo assim, pessoas que moram em locais sem o abastecimento elétrico de concessionárias, com quedas constantes de energia ou que desejam reduzir os custos da conta mensal, podem utilizar por horas a energia das baterias.

2.Uso de sistemas fotovoltaicos

O Brasil recebe uma porcentagem generosa de luz solar a cada ano. Segundo o estudo “Energia Solar”, produzido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), boa parte do território nacional tem uma média anual entre 6 a 8 horas de insolação diária. Essa é uma das razões para a tendência da implantação de sistemas fotovoltaicos no Brasil.

Com a ajuda da tecnologia, os equipamentos das estações de geração da energia solar ficarão mais leves, duráveis e eficientes. Novos projetos já contam com telhas fotovoltaicas que são integradas ao sistema solar e geram energia. Em vista do crescimento das tarifas das concessionárias de energia e dos baixos custos vindos com as energias renováveis, podemos esperar um forte aumento da aquisição e do desenvolvimento desses sistemas.

3.Mercado livre de energia

Recentemente, um artigo do site de notícias G1 publicou que o Governo Federal pretende ampliar o mercado livre de energia até 2022. Atualmente, esse setor responde por 30% do consumo energético no Brasil, mas com a abertura, estima-se que chegue a 50% na próxima década.

Essa expansão permitirá uma grande economia nas contas de energia elétrica dos consumidores. É interessante que essa maior liberdade influenciará também no valor tarifas cobradas pelas concessionárias, devido ao aumento da concorrência e do empoderamento do consumidor na hora de escolher de quem comprará a energia.

4.Créditos de energia

Os que investem na própria produção de energia, como os que utilizam os sistemas solares, poderão vender a sua demanda excedente para as concessionárias distribuidoras de energia elétrica. Dessa forma, o consumidor obtém um desconto proporcional na conta de energia ao valor vendido.

Isso é possível por meio do tipo de sistema fotovoltaico chamado on grid que é conectado à rede de distribuição de energia elétrica. Sem dúvidas, essa tendência é uma excelente forma de reduzir custos e promover a geração de energia limpa em nosso país.

Como vimos, as fontes renováveis são o pilar sustentador das inovações do setor elétrico no Brasil. E segundo o estudo “Matriz Energética Nacional – 2018”, o Brasil tem 43,2% da produção de sua energia vinda de fontes renováveis. Sendo assim, continuaremos a comemorar essa conquista nos próximos anos.

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Artigo escrito por bolt

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