4 mitos sobre a contratação livre de energia

Por: bolt
  • Mercado Livre


De acordo com um estudo feito pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), o mercado de contratação livre de energia aumentou 6% em 2019. Isso representa uma movimentação financeira de R$ 134 bilhões. Os números mostram ainda que os consumidores livres tiveram uma economia de 34% na conta de energia.

Somando as cifras economizadas nos últimos dez anos, o valor ultrapassa R$ 200 bilhões. Sem dúvidas, a contratação livre de energia traz muitas vantagens para o consumidor. Porém, alguns têm receio de ingressar nessa área devido a mitos que circulam por aí. Neste artigo, apontaremos alguns deles e mostraremos por que não passam de informações infundadas. Avance para os próximos tópicos!

Derrubando mitos sobre a contratação livre de energia

O Governo Federal estuda como realizar uma expansão do mercado livre de energia até 2022 – segundo o site de notícias G1. Com isso, o Governo estima que o consumo de energia livre saia da margem atual de 30% e chegue a 50% da demanda energética em meados da próxima década.

Para aproveitar essa tendência vantajosa, o consumidor precisa entender como funciona a contratação livre de energia. Sendo assim, os receios são derrubados. Vejamos alguns mitos criados sobre esse setor e a verdade sobre eles.

1.Volatilidade das tarifas

É bem verdade que os preços dos contratos de curto prazo têm grandes variações. Uma vez que sofrem um impacto maior de vários fatores, como o volume pluviométrico (nível de chuvas), a carga do sistema e a oferta de energia. Por isso, as alterações nas tarifas podem ser modificadas de uma hora para outra.

Contudo, nos contratos de longo prazo, o cenário é diferente. A razão é a predeterminação de valores tão comuns nos contratos mais longos. Dessa forma, ocorre uma aderência maior aos preços acordados. Além disso, os reajustes são feitos pelo preço de liquidação de diferenças (PLD) que não sofre uma grande volatilidade, pois se ajusta por oferta e a demanda.

2.Corte no relacionamento com as concessionárias locais

Alguns acreditam que a migração para a contratação livre de energia exige o cancelamento do fornecimento de energia feita pela concessionária local. No entanto, esse pensamento é um grande engano. Na verdade, o consumidor pode manter o seu relacionamento com a empresa de energia regional, e ao mesmo tempo, com outras também.

Essa liberdade é um dos principais benefícios do mercado livre de energia. Afinal, o consumidor pode comparar preços e tarifas, negociar descontos, escolher de qual concessionária comprará energia e o volume energético que deseja.

3.As regras e a regulamentação do setor não são claras

A contratação livre de energia é segura e regulamentada oficialmente. Atualmente, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o Operador Nacional do Sistema (ONS) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), são os órgãos que fiscalizam e ditam as regras do setor. Essas empresas são as mesmas que regulamentam o mercado cativo de energia.

Além disso, para ingressar na contratação livre, o consumidor precisa preencher alguns requisitos e apresentar documentações probatórias. Qualquer irregularidade nesse processo ou depois do cadastro na CCEE, pode acarretar no desligamento do consumidor no mercado livre.

4. Falta de cumprimento do contrato

Outro mito comum é que no descumprimento do contrato por parte do fornecedor, o consumidor ficará sem energia elétrica. Contudo, basta lembrar que o mercado livre possibilita a aquisição de energia de várias empresas geradoras.

Sendo assim, se houverem problemas com um fornecedor, é só rescindir esse contrato. Enquanto o consumidor continua a receber energia de outros distribuidores. O que pode acontecer é precisar ajustar o volume de energia fornecida por uma das empresas para compensar a que veio a faltar devido à quebra do contrato.

Não há dúvidas de que o mercado livre de energia é um setor seguro e estável. Sendo assim, não é preciso temer o ingresso nessa área. Na verdade, adiar essa decisão é deixar de economizar e de exercer a liberdade de escolher quem fornecerá a sua energia. Além disso, podemos afirmar que a contratação livre é o futuro do setor elétrico. Então, não demore a “abraçar” essa tendência vantajosa.

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